Figuras célebres

Fausto Sampaio , pintor nascido em Alféloas a 4 de Abril de 1893 torna-se surdo-mudo aos 22 meses por incapacidade auditiva. Impressionista de grande versatilidade e paisagista nato viaja pelos territórios ultamarinos sendo apelidado o Pintor do Império.                                                                      

Reside em S. Tomé onde realiza várias obras sobretudo paisagens.                                                                    

As suas obras, fruto da vivência em terras do oriente (Goa, Damão, Diu, Timor e Macau) transmitem na tela paisagens e retratos únicos.

                                                        

Costa Nova, 1933        Macau-Tancareiras     S.Tomé-Fruta da serra     Macau-Leong Sei Teng

Visconde de Seabra – António Luís de Seabra e Sousa nasceu a bordo do navio Santa Cruz quando navegava ao largo de Cabo Verde a 2 de Dezembro de 1798.

Cargos exercidos: Senhor da Casa de S. Lourenço, Ministro de Estado, Reitor da Universidade de Coimbra,  Juiz da Relação do   Porto,  Deputado,  Par   do Reino, Juiz do Supremo Tribunal de Justiça. 

Títulos: 1º Visconde de Seabra,  Comendador da Ordem de Torre e Espada e da Ordem de Cristo,  Grão cruz da Ordem dos Santos Maurício e Lázaro de Itália,  Comendador da Imperial Ordem da Rosa do Brasil.                                                             

Foi o principal autor do primeiro Código Civil português (Código Seabra) que entrou em vigência a 1 de julho de 1867 .  Morre na Quinta de Santa Luzia em Mogofores a 19 de Janeiro de 1895.

José Luciano de Castro  – José Luciano de Castro Pereira Corte-Real nasce em Oliveirinha a 14 de dezembro de 1834. Começou a sua carreira política no Partido Regenerador mudando-se para o Partido Histórico após um desentendimento com Fontes Pereira de Melo. É um dos fundadores do Partido Progressista em 1876 que preside após a morte de Anselmo José Braamcamp.  Foi deputado, ministro, Presidente do Conselho de Ministros, Par do Reino, Conselheiro de Estado, Diretor Geral  dos Próprios Nacionais, Vogal do Supremo Tribunal Administrativo e Governador da Companhia Gereal de Crédito Predial Português. A “velha raposa” como foi alcunhado recebe a 11 de janeiro de 1890 o ultimato inglês que origina a queda do seu governo.                                                                                                                             Como jornalista colabora em jornais como; “O Progresso”,  “O Conimbricense”,  “O Nacional”,  “O Jornal do Porto”,  “O Comércio do Porto”. Funda a revista “Direito” em Lisboa.                                                                                                                            

Em 1902 com o impulso da sua esposa D. Maria Emília inicia a construção de um edifício destinado a Hospital. Em 5 de outubro de 1928, vinte e seis anos depois é inaugurado ficando a designar-se Hospital-Asylo José Luciano de Castro em homenagem aquele ilustre estadista.

 

O Palacete onde viveu e faleceu José Luciano de Castro pertencente à Santa Casa da Misericórdia de Anadia e é designado Casa-Museu Luciano de Castro.

 

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